
PORTO VELHO RO - Os gastos com diárias na Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE/RO) voltaram a causar indignação na população. De janeiro a novembro de 2025, os 24 deputados estaduais consumiram R$ 2.663.225,00 em 943 diárias de viagens, segundo dados oficiais do Portal da Transparência da Casa.
No topo da lista aparecem Ezequiel Neiva, com 74 diárias, totalizando R$ 223.750,00, e Ribeiro do Sinpol, que registrou 65 diárias, num custo de R$ 167.450,00 aos cofres públicos. A dupla lidera o ranking e já vem sendo apelidada nas redes sociais de “os reis das diárias”.
Enquanto isso, o Estado enfrenta um cenário dramático na saúde pública. O Hospital de Cacoal, conhecido como “Hospital Euro”, vem sendo alvo constante de denúncias por falta de especialistas, superlotação e demora no atendimento. Em Porto Velho, o Hospital João Paulo II — que deveria ter sido substituído por uma nova unidade há anos — vive uma situação de completo abandono, com pacientes em macas nos corredores, falta de insumos e estrutura deteriorada.
Gastos crescentes e prioridades invertidas
A disparidade entre o alto volume de gastos da Assembleia e a precariedade dos hospitais estaduais gerou forte reação da sociedade rondoniense. Para muitos, enquanto a população sofre para conseguir atendimento médico básico, os parlamentares parecem viver em uma realidade paralela, acumulando viagens, diárias e benefícios.
Além de Neiva e Ribeiro, outros deputados também registraram números elevados:
Eyder Brasil: 67 diárias – R$ 232.400,00
Ismael Crispin: 40 diárias – R$ 134.925,00
Marcelo Cruz: 48 diárias – R$ 151.800,00
Alex Redano: 36 diárias – R$ 103.500,00
Os valores chamam ainda mais atenção diante da crise que se arrasta nos hospitais públicos. Em Cacoal, pacientes relatam falta de medicamentos e longas filas para exames. Na capital, o João Paulo II opera há anos no limite, sendo palco de denúncias de insalubridade e colapso estrutural.
No topo da lista aparecem Ezequiel Neiva, com 74 diárias, totalizando R$ 223.750,00, e Ribeiro do Sinpol, que registrou 65 diárias, num custo de R$ 167.450,00 aos cofres públicos. A dupla lidera o ranking e já vem sendo apelidada nas redes sociais de “os reis das diárias”.
Enquanto isso, o Estado enfrenta um cenário dramático na saúde pública. O Hospital de Cacoal, conhecido como “Hospital Euro”, vem sendo alvo constante de denúncias por falta de especialistas, superlotação e demora no atendimento. Em Porto Velho, o Hospital João Paulo II — que deveria ter sido substituído por uma nova unidade há anos — vive uma situação de completo abandono, com pacientes em macas nos corredores, falta de insumos e estrutura deteriorada.
Gastos crescentes e prioridades invertidas
A disparidade entre o alto volume de gastos da Assembleia e a precariedade dos hospitais estaduais gerou forte reação da sociedade rondoniense. Para muitos, enquanto a população sofre para conseguir atendimento médico básico, os parlamentares parecem viver em uma realidade paralela, acumulando viagens, diárias e benefícios.
Além de Neiva e Ribeiro, outros deputados também registraram números elevados:
Eyder Brasil: 67 diárias – R$ 232.400,00
Ismael Crispin: 40 diárias – R$ 134.925,00
Marcelo Cruz: 48 diárias – R$ 151.800,00
Alex Redano: 36 diárias – R$ 103.500,00
Os valores chamam ainda mais atenção diante da crise que se arrasta nos hospitais públicos. Em Cacoal, pacientes relatam falta de medicamentos e longas filas para exames. Na capital, o João Paulo II opera há anos no limite, sendo palco de denúncias de insalubridade e colapso estrutural.
População questiona: para onde vai o dinheiro público?
O contraste entre as cifras milionárias em diárias e a precariedade da saúde estadual reacende um debate antigo: quais são, de fato, as prioridades da Assembleia Legislativa?
Organizações da sociedade civil e lideranças da área da saúde consideram que os recursos destinados às viagens dos deputados poderiam ser realocados para ações emergenciais, reformas e ampliação de serviços hospitalares.
A pergunta que ecoa nas ruas e redes sociais é direta:
Como justificar mais de R$ 2,6 milhões em diárias enquanto pacientes sofrem sem atendimento adequado?
Enquanto isso, o cidadão rondoniense continua enfrentando filas, hospitais saturados e falta de estrutura digna — uma realidade que contrasta com o conforto das viagens oficiais pagas com dinheiro público
Fonte: Site eletrônico Portal364
