O Hospital Regional de Cacoal, referência para dezenas de municípios, está há mais de 30 dias sem anestesista para cirurgias complexas, segundo denúncias divulgadas pela imprensa regional. Na prática, isso significa cirurgias suspensas, sofrimento prolongado e risco direto à vida de quem depende do SUS.
POPULAÇÃO PAGA O PREÇO DA OMISSÃO
Ji-Paraná, que sempre contou com Cacoal como retaguarda para atendimentos especializados, agora se vê sem alternativas claras. Pacientes estão sendo empurrados para possíveis encaminhamentos a Porto Velho ou Vilhena, viagens longas, cansativas e, em muitos casos, inviáveis para quem está doente ou em estado grave.
Enquanto isso, o Governo do Estado não apresenta soluções concretas, e a Assembleia Legislativa de Rondônia, que deveria fiscalizar e cobrar providências, permanece distante da realidade da população do interior.
SILÊNCIO QUE GRITA
Até o momento, não há transparência sobre o impacto real dessa crise, nem informações oficiais sobre quantos procedimentos deixaram de ser realizados ou quantas vidas podem ter sido afetadas pela falta de estrutura mínima no hospital.
O que se vê é um governo que reage lentamente e um Legislativo estadual que parece mais preocupado com pautas políticas do que com a dor de quem espera atendimento em um leito hospitalar.
SAÚDE NÃO PODE ESPERAR
A saúde pública de Rondônia não pode ser tratada com improviso, promessas vagas ou notas frias. A população exige respostas, prazos e soluções imediatas.
Cada dia sem anestesista, cada cirurgia cancelada e cada paciente transferido à força é um retrato do abandono do interior.
E a pergunta que ecoa é simples e direta:
👉 Quem vai assumir a responsabilidade por esse colapso?
Fonte: Site eletrônico Portal364
