
Porto Velho RO - dia 3 de janeiro de 2026 já é apontado por analistas internacionais como um divisor de águas na história militar contemporânea. A operação conduzida pelos Estados Unidos que culminou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro evidenciou, de forma inédita e contundente, o papel central da guerra eletrônica e cibernética nos conflitos modernos.
Diferentemente das guerras tradicionais, marcadas por batalhas aéreas intensas e invasões terrestres em larga escala, a ação contra a Venezuela ocorreu com mínimo confronto direto. Ainda assim, o resultado foi devastador para as Forças Armadas venezuelanas, que ficaram praticamente paralisadas em poucas horas.
Domínio invisível, efeito real

Mesmo contando com equipamentos de origem russa considerados avançados — como caças Su-30, tanques T-72 e sistemas antiaéreos S-300 — o aparato militar venezuelano mostrou-se incapaz de reagir. O motivo: a perda completa de comando, controle e comunicações.
Segundo informações divulgadas por fontes militares e especialistas em defesa, mais de 150 aeronaves norte-americanas participaram da operação, incluindo caças, bombardeiros estratégicos, plataformas de inteligência e aviões especializados em guerra eletrônica, como o EA-18G Growler. O foco não foi apenas alvos físicos, mas principalmente a infraestrutura invisível que sustenta qualquer força armada moderna.
Radares, centros de comando, redes de comunicação e sistemas de navegação foram neutralizados por meio de jamming, spoofing, ataques cibernéticos e interrupções deliberadas no fornecimento de energia elétrica em pontos estratégicos de Caracas.
Força armada “cega” e isolada

Com os sistemas de GPS comprometidos e as comunicações interrompidas, as baterias antiaéreas ficaram inoperantes. Nenhuma aeronave venezuelana conseguiu decolar de forma efetiva. Pistas e hangares foram afetados, mas o principal fator foi a impossibilidade operacional em um ambiente completamente hostil do ponto de vista eletrônico.
Na prática, bilhões de dólares investidos em armamentos convencionais tornaram-se inúteis diante da superioridade tecnológica dos Estados Unidos no domínio do espectro eletromagnético.
Declarações do presidente norte-americano Donald Trump, feitas ainda antes da operação, ganharam novo peso após os acontecimentos. Ao afirmar que os EUA detinham tecnologia capaz de impor um “blackout total”, Trump não se referia apenas à energia elétrica, mas a uma paralisia ampla das comunicações e da capacidade de reação do adversário.
O novo rosto da guerra

Especialistas apontam que o episódio expõe uma realidade incômoda para muitos países: na era da hiperconectividade, a dependência de internet, redes digitais, satélites e sistemas integrados se tornou uma vulnerabilidade estratégica.
Sem esses recursos, tanques, aviões e navios perdem eficácia e retornam a um estágio rudimentar de operação. A guerra moderna deixou de ser apenas física — ela acontece em redes, frequências e códigos invisíveis.
Além disso, ataques cibernéticos, pulsos eletromagnéticos (EMP) e armas de energia direcionada têm potencial para ir além do campo militar, afetando economia, logística, mercados financeiros, transporte e serviços essenciais, ampliando drasticamente os impactos de um conflito.
Alerta para o mundo
O caso Venezuela serve como alerta, especialmente para países em desenvolvimento. Analistas defendem que investir apenas em plataformas tradicionais, sem fortalecer resiliência cibernética, redundâncias analógicas e treinamento para operações em ambiente degradado, é um risco estratégico elevado.
A lição deixada pelos eventos de janeiro de 2026 é clara: a guerra eletrônica deixou de ser um complemento e passou a ser o principal multiplicador de poder militar.
O mundo, definitivamente, não trava mais guerras apenas com explosivos e tropas — mas com sinais, dados e controle do invisível.
Fonte Site eletrônico Portal364
Segundo informações divulgadas por fontes militares e especialistas em defesa, mais de 150 aeronaves norte-americanas participaram da operação, incluindo caças, bombardeiros estratégicos, plataformas de inteligência e aviões especializados em guerra eletrônica, como o EA-18G Growler. O foco não foi apenas alvos físicos, mas principalmente a infraestrutura invisível que sustenta qualquer força armada moderna.
Radares, centros de comando, redes de comunicação e sistemas de navegação foram neutralizados por meio de jamming, spoofing, ataques cibernéticos e interrupções deliberadas no fornecimento de energia elétrica em pontos estratégicos de Caracas.
Força armada “cega” e isolada

Com os sistemas de GPS comprometidos e as comunicações interrompidas, as baterias antiaéreas ficaram inoperantes. Nenhuma aeronave venezuelana conseguiu decolar de forma efetiva. Pistas e hangares foram afetados, mas o principal fator foi a impossibilidade operacional em um ambiente completamente hostil do ponto de vista eletrônico.
Na prática, bilhões de dólares investidos em armamentos convencionais tornaram-se inúteis diante da superioridade tecnológica dos Estados Unidos no domínio do espectro eletromagnético.
Declarações do presidente norte-americano Donald Trump, feitas ainda antes da operação, ganharam novo peso após os acontecimentos. Ao afirmar que os EUA detinham tecnologia capaz de impor um “blackout total”, Trump não se referia apenas à energia elétrica, mas a uma paralisia ampla das comunicações e da capacidade de reação do adversário.
O novo rosto da guerra

Especialistas apontam que o episódio expõe uma realidade incômoda para muitos países: na era da hiperconectividade, a dependência de internet, redes digitais, satélites e sistemas integrados se tornou uma vulnerabilidade estratégica.
Sem esses recursos, tanques, aviões e navios perdem eficácia e retornam a um estágio rudimentar de operação. A guerra moderna deixou de ser apenas física — ela acontece em redes, frequências e códigos invisíveis.
Além disso, ataques cibernéticos, pulsos eletromagnéticos (EMP) e armas de energia direcionada têm potencial para ir além do campo militar, afetando economia, logística, mercados financeiros, transporte e serviços essenciais, ampliando drasticamente os impactos de um conflito.
Alerta para o mundo
O caso Venezuela serve como alerta, especialmente para países em desenvolvimento. Analistas defendem que investir apenas em plataformas tradicionais, sem fortalecer resiliência cibernética, redundâncias analógicas e treinamento para operações em ambiente degradado, é um risco estratégico elevado.
A lição deixada pelos eventos de janeiro de 2026 é clara: a guerra eletrônica deixou de ser um complemento e passou a ser o principal multiplicador de poder militar.
O mundo, definitivamente, não trava mais guerras apenas com explosivos e tropas — mas com sinais, dados e controle do invisível.
Fonte Site eletrônico Portal364