Reacomodações partidárias entre deputados estaduais mostram quem ganha força nos bastidores do poder. (Foto: Divulgação)
Porto Velho, RO - A política de Rondônia passou por mais um daqueles movimentos silenciosos — mas decisivos — que redesenham o tabuleiro do poder. Nos bastidores, articulações, alianças e reacomodações foram costuradas com a precisão de quem conhece o jogo. O resultado? Uma nova configuração partidária entre os deputados estaduais.
A seguir, você confere como ficou a filiação atualizada dos parlamentares, organizada por liderança política — de forma clara, direta e fácil de entender.
■ Delegado Camargo (PODEMOS)
Grupo de Marcos Rogério
Uma bancada robusta, com forte concentração no PL:
■ Alan Queiroz — PL
■ Lucas Torres — PL
■ Dra. Taíssa — PL
■ Ezequiel Neiva — PL
■ Jean Mendonça — PL
■ Luizinho Goebel — PL
■ Nim Barroso — PL
■ Luis do Hospital — NOVO
Destaque: O PL se consolida como uma das principais forças dentro da Assembleia Legislativa, reunindo a maioria deste grupo político.
Grupo de Hildon Chaves
Aqui, o cenário é mais dividido entre partidos de centro:
■ Alex Redano — REPUBLICANOS
■ Cirone Deiró — UB/PP
■ Ieda Chaves — UB/PP
■ Ismael Crispin — UB/PP
Destaque: União Brasil e PP aparecem alinhados, formando um bloco estratégico dentro do grupo.
Grupo de Adailton Fúria
Um bloco diversificado, com forte presença do PRD:
■ Cássio Gois — PSD
■ Eyder Brasil — PSD
■ Laerte Gomes — PSD
■ Edevaldo Neves — PRD
■ Marcelo Cruz — AVANTE
■ Pedro Fernandes — PRD
■ Ribeiro do Sinpol — PRD
■ Rosângela Donadon — PRD
■ Jean Oliveira — PRD
■ Lebrinha — PRD
Destaque: O PRD desponta como protagonista neste grupo, reunindo a maior parte dos nomes.
Grupo de Expedito Neto
■ Cláudia de Jesus — PT
Destaque: Representação isolada, mas com peso simbólico dentro do espectro político estadual.
Panorama geral: o que muda na prática?
No compasso firme da política — onde alianças valem mais que discursos — esse novo desenho aponta para:
Fortalecimento do PL, com a maior bancada dentro de um único grupo
Crescimento do PRD, que ganha relevância estratégica
Blocos fragmentados, indicando negociações mais intensas nas votações
Centro político dividido, especialmente entre UB, PP, PSD e Republicanos
Em bom português: ninguém governa sozinho. E, como já se dizia nos corredores antigos da política, “quem soma mais, manda mais”.