PORTO VELHO RO - O clima de festa democrática planejado para a 3ª Marcha dos Vereadores de Rondônia, em Cacoal, desmoronou diante de uma grave crise de legitimidade. O evento que pretendia reunir os pre candidatos a governadores ao Palácio Rio Madeira virou palco de um bombardeio jurídico e político após a revelação de que dois pré-candidatos ao Governo de Rondônia foram sumariamente excluídos do debate.
O critério de corte, baseado em uma pesquisa eleitoral suspensa pela Justiça por suspeita de fraude e irregularidades, transformou a Subseção da OAB de Cacoal, presidida por Miguel Barros, no epicentro de uma denúncia de favorecimento político e cerceamento da pluralidade de ideias.
⛔ Os Excluídos: A Frente que Peitou o Sistema
Enquanto os holofotes estavam voltados para o quarteto composto por Marcos Rogério (PL), Hildon Chaves (União Brasil), Adailton Fúria (PSD) e Expedito Neto (PT), a realidade dos bastidores expôs o silenciamento das outras duas forças registradas na corrida eleitoral rondoniense:
Samuel Costa (PSB): O advogado e ativista político, que recentemente consolidou sua pré-candidatura pela federação de esquerda/centro-esquerda, lidera a reação jurídica contra o evento. Ele acusa a organização de criar um "filtro artificial" para blindar e favorecer caciques da velha política.
Luiz Carlos Teodoro (PSol): Representante da ala mais à esquerda do espectro partidário de Rondônia, Teodoro também ficou de fora da vitrine de 30 minutos de exposição, evidenciando que o critério adotado podou a pluralidade ideológica e as vozes alternativas do debate público.
Enquanto os holofotes estavam voltados para o quarteto composto por Marcos Rogério (PL), Hildon Chaves (União Brasil), Adailton Fúria (PSD) e Expedito Neto (PT), a realidade dos bastidores expôs o silenciamento das outras duas forças registradas na corrida eleitoral rondoniense:
Samuel Costa (PSB): O advogado e ativista político, que recentemente consolidou sua pré-candidatura pela federação de esquerda/centro-esquerda, lidera a reação jurídica contra o evento. Ele acusa a organização de criar um "filtro artificial" para blindar e favorecer caciques da velha política.
Luiz Carlos Teodoro (PSol): Representante da ala mais à esquerda do espectro partidário de Rondônia, Teodoro também ficou de fora da vitrine de 30 minutos de exposição, evidenciando que o critério adotado podou a pluralidade ideológica e as vozes alternativas do debate público.
⚖️ O Estopim da Polêmica: Filtro Baseado em Pesquisa "Barrada" no TRE-RO
O ponto mais escandaloso e que dá contornos de ilegalidade ao encontro é a métrica utilizada pela OAB Cacoal e pela ABRACAM para justificar o teto de apenas quatro participantes. O presidente Miguel Barros utilizou como documento de corte os dados do Instituto Veritá (Registro RO-02673/2026).
O FATO: Esse exato levantamento estatístico teve sua divulgação e eficácia suspensas por decisão liminar do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), após a identificação de graves inconsistências documentais e metodológicas.
Ao adotar um documento juridicamente nulo para assinar o convite dos escolhidos e rejeitar os demais, a subseção da OAB cometeu o que a oposição chama de "barrigada histórica", desrespeitando as regras de igualdade que a própria Ordem dos Advogados historicamente defende em âmbito nacional.
🔍 O Impacto na Representatividade: 1 em Cada 3 Eleitores Ficou sem Voz
Ao manter Luiz Carlos (PSOL) e Samuel Costa (PSB) fora do debate, sob a justificativa de uma pesquisa suspensa pelo TRE-RO, a organização do evento em Cacoal não apenas restringe o diálogo, mas cerceia a representação ideológica de Rondônia.
Historicamente, as forças de esquerda e centro-esquerda no estado, que agora se consolidam em torno das pré-candidaturas de Luiz Carlos, Samuel Costa e do também pré-candidato Expedito Neto (do PT, que foi convidado), abarcam uma base de apoio que chega a 30% dos eleitores.
O FATO: A decisão de Cacoal impede que um terço da população veja suas ideias, projetos e defesas de classe serem debatidos no principal palco político do interior. Essa fatia do eleitorado, fundamental para qualquer consolidação democrática, foi resumida a apenas uma voz convidada, enquanto as outras duas alternativas foram tratadas como "ilegíveis" por um critério jurídico sob suspeita.
💥 "No Tapetão Não Vão Ganhar": O Desabafo e as Medidas Jurídicas
O ponto mais escandaloso e que dá contornos de ilegalidade ao encontro é a métrica utilizada pela OAB Cacoal e pela ABRACAM para justificar o teto de apenas quatro participantes. O presidente Miguel Barros utilizou como documento de corte os dados do Instituto Veritá (Registro RO-02673/2026).
O FATO: Esse exato levantamento estatístico teve sua divulgação e eficácia suspensas por decisão liminar do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), após a identificação de graves inconsistências documentais e metodológicas.
Ao adotar um documento juridicamente nulo para assinar o convite dos escolhidos e rejeitar os demais, a subseção da OAB cometeu o que a oposição chama de "barrigada histórica", desrespeitando as regras de igualdade que a própria Ordem dos Advogados historicamente defende em âmbito nacional.
🔍 O Impacto na Representatividade: 1 em Cada 3 Eleitores Ficou sem Voz
Ao manter Luiz Carlos (PSOL) e Samuel Costa (PSB) fora do debate, sob a justificativa de uma pesquisa suspensa pelo TRE-RO, a organização do evento em Cacoal não apenas restringe o diálogo, mas cerceia a representação ideológica de Rondônia.
Historicamente, as forças de esquerda e centro-esquerda no estado, que agora se consolidam em torno das pré-candidaturas de Luiz Carlos, Samuel Costa e do também pré-candidato Expedito Neto (do PT, que foi convidado), abarcam uma base de apoio que chega a 30% dos eleitores.
O FATO: A decisão de Cacoal impede que um terço da população veja suas ideias, projetos e defesas de classe serem debatidos no principal palco político do interior. Essa fatia do eleitorado, fundamental para qualquer consolidação democrática, foi resumida a apenas uma voz convidada, enquanto as outras duas alternativas foram tratadas como "ilegíveis" por um critério jurídico sob suspeita.
💥 "No Tapetão Não Vão Ganhar": O Desabafo e as Medidas Jurídicas
A reação de Samuel Costa ecoou de forma violenta nos bastidores da capital e do interior, subindo o tom contra a governança da subseção de Cacoal:
"A OAB deve ser a casa da cidadania e da pluralidade de ideias, não um instrumento para favorecer determinados projetos de poder. Miguel Barros precisa explicar por que escolheu justamente uma pesquisa suspensa pela própria Justiça Eleitoral para definir quem pode ou não falar. No tapetão não vão ganhar." — Samuel Costa (PSB)
O corpo jurídico dos candidatos prejudicados já está acionando o TRE-RO para garantir a igualdade de condições ou barrar a realização do evento sob o formato atual. A principal acusação é de abuso de poder político e violação dos princípios de impessoalidade e transparência, visto que não houve nenhuma assembleia ou reunião prévia com as legendas partidárias para acordar os parâmetros de participação.
Direito de manifestação
O Portal 364 informa que mantém espaço aberto para manifestação da OAB Subseção Cacoal sobre os fatos abordados nesta matéria. Eventuais esclarecimentos, notas oficiais ou posicionamentos poderão ser encaminhados pelo WhatsApp (69) 98102-0726 ou pelo e-mail siteportal364@gmail.com, assegurando o direito ao contraditório e à ampla manifestação das partes envolvidas.
Fonte Redaçao