A imagem simboliza um realinhamento político em Rondônia para as eleições de 2026, marcado pela aproximação de lideranças locais com o campo governista nacional, representado pelo PT. O material visual sugere a formação de uma frente ampla, reunindo nomes de diferentes trajetórias políticas sob uma mesma narrativa eleitoral.
Resumo do cenário político retratado na imagem retirada de grupos redes sociais.
O destaque central é a quebra de barreiras ideológicas, com figuras antes associadas a campos distintos passando a orbitar o mesmo projeto político. Isso reforça a leitura de que o cenário atual é menos guiado por ideologia pura e mais por estratégia, sobrevivência política e composição de forças.
E quando eu olho com mais atenção para esse tabuleiro, a sensação de que existe um jogo muito bem calculado só aumenta.
A vinda do governador Marcos Rocha para o PSD de Expedito Junior muda completamente o equilíbrio da disputa. Não é apenas uma troca de partido. É a transferência da máquina pública estadual para dentro de um projeto eleitoral muito específico: a candidatura do prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, ao Governo do Estado.
Nós sabemos como funciona a política no Brasil. Quem tem a máquina, tem força. Tem visibilidade, tem estrutura, tem cargos, tem orçamento, tem influência nos municípios. E agora o PSD passa a ter exatamente isso: o governo do estado a seu favor.
Ao mesmo tempo, a saída de Expedito Neto do PSD e sua filiação ao PT não enfraquece o jogo — pelo contrário, completa a engrenagem.
Expedito Neto entra na disputa pelo governo pelo PT, sabendo que a esquerda em Rondônia gira em torno de 30% do eleitorado. Isoladamente, talvez não seja suficiente para vencer. Mas no segundo turno, esse mesmo Expedito Neto pode muito bem levar todo o PT, toda a esquerda organizada e toda a militância para apoiar Adailton Fúria.
E aí eu vejo um cenário que me preocupa profundamente.
Primeiro turno:
– PSD com máquina pública e estrutura forte
– PT com candidatura própria para garantir base de esquerda
Segundo turno:
– A esquerda inteira transferindo apoio para o candidato do PSD
Resultado possível:
👉 A vitória de um projeto sustentado pela soma da máquina estadual + esquerda organizada
E assim, de forma silenciosa, estratégica e extremamente eficiente, a esquerda pode voltar a ter força real no comando de Rondônia, em um estado onde 70% do eleitorado é de direita.
Isso, para mim, é o ponto mais grave de todo esse processo.
Não estamos falando de coincidência política. Estamos falando de engenharia eleitoral.
Uma engenharia que permite que:
– A direita se divida
– A esquerda se organize
– A máquina pública entre em campo
– E o eleitor conservador fique fragmentado
Enquanto isso, dois movimentos aparentemente opostos — a ida de Marcos Rocha para o PSD e a ida de Expedito Neto para o PT — podem estar trabalhando, no fundo, para o mesmo desfecho.
E eu, como eleitor de direita, me sinto no dever de dizer:
isso não é apenas disputa política.
Isso é uma reconfiguração silenciosa de poder.
Se esse plano se confirmar, Rondônia pode acordar em 2027 governada por um projeto que não reflete a maioria do seu eleitorado, mas sim a habilidade de alguns poucos em ocupar todos os espaços do tabuleiro.
A pergunta que eu deixo é dura, mas necessária:
👉 Estamos diante de uma eleição ou de uma armadilha eleitoral muito bem montada?
Porque quando a máquina, o centro e a esquerda caminham para o mesmo lado, quem corre o risco de perder não é um partido.
É o próprio eleitor de direita de Rondônia.
O destaque central é a quebra de barreiras ideológicas, com figuras antes associadas a campos distintos passando a orbitar o mesmo projeto político. Isso reforça a leitura de que o cenário atual é menos guiado por ideologia pura e mais por estratégia, sobrevivência política e composição de forças.
E quando eu olho com mais atenção para esse tabuleiro, a sensação de que existe um jogo muito bem calculado só aumenta.
A vinda do governador Marcos Rocha para o PSD de Expedito Junior muda completamente o equilíbrio da disputa. Não é apenas uma troca de partido. É a transferência da máquina pública estadual para dentro de um projeto eleitoral muito específico: a candidatura do prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, ao Governo do Estado.
Nós sabemos como funciona a política no Brasil. Quem tem a máquina, tem força. Tem visibilidade, tem estrutura, tem cargos, tem orçamento, tem influência nos municípios. E agora o PSD passa a ter exatamente isso: o governo do estado a seu favor.
Ao mesmo tempo, a saída de Expedito Neto do PSD e sua filiação ao PT não enfraquece o jogo — pelo contrário, completa a engrenagem.
Expedito Neto entra na disputa pelo governo pelo PT, sabendo que a esquerda em Rondônia gira em torno de 30% do eleitorado. Isoladamente, talvez não seja suficiente para vencer. Mas no segundo turno, esse mesmo Expedito Neto pode muito bem levar todo o PT, toda a esquerda organizada e toda a militância para apoiar Adailton Fúria.
E aí eu vejo um cenário que me preocupa profundamente.
Primeiro turno:
– PSD com máquina pública e estrutura forte
– PT com candidatura própria para garantir base de esquerda
Segundo turno:
– A esquerda inteira transferindo apoio para o candidato do PSD
Resultado possível:
👉 A vitória de um projeto sustentado pela soma da máquina estadual + esquerda organizada
E assim, de forma silenciosa, estratégica e extremamente eficiente, a esquerda pode voltar a ter força real no comando de Rondônia, em um estado onde 70% do eleitorado é de direita.
Isso, para mim, é o ponto mais grave de todo esse processo.
Não estamos falando de coincidência política. Estamos falando de engenharia eleitoral.
Uma engenharia que permite que:
– A direita se divida
– A esquerda se organize
– A máquina pública entre em campo
– E o eleitor conservador fique fragmentado
Enquanto isso, dois movimentos aparentemente opostos — a ida de Marcos Rocha para o PSD e a ida de Expedito Neto para o PT — podem estar trabalhando, no fundo, para o mesmo desfecho.
E eu, como eleitor de direita, me sinto no dever de dizer:
isso não é apenas disputa política.
Isso é uma reconfiguração silenciosa de poder.
Se esse plano se confirmar, Rondônia pode acordar em 2027 governada por um projeto que não reflete a maioria do seu eleitorado, mas sim a habilidade de alguns poucos em ocupar todos os espaços do tabuleiro.
A pergunta que eu deixo é dura, mas necessária:
👉 Estamos diante de uma eleição ou de uma armadilha eleitoral muito bem montada?
Porque quando a máquina, o centro e a esquerda caminham para o mesmo lado, quem corre o risco de perder não é um partido.
É o próprio eleitor de direita de Rondônia.
Por Redaçao - Artigo de opinião
