PORTO VELHO RO - O governo de Rondônia, comandado por Marcos Rocha, deixou de repassar cerca de R$ 13 milhões à saúde de Vilhena, mergulhando o município em uma crise sem precedentes e escancarando aquilo que já se comenta nos bastidores: o Estado está quebrado.
A dívida milionária atinge diretamente o Hospital Regional de Vilhena e os serviços mantidos por meio de contratos com empresas e entidades que dependem dos repasses estaduais para funcionar.
Sem dinheiro, o resultado é imediato: falta de medicamentos, risco de paralisação de atendimentos e ameaça de suspensão de contratos com médicos.
Governo dá calote e quem paga é o povo
O calote do governo Marcos Rocha não atinge planilhas ou números frios. Ele atinge pessoas.
Pacientes ficam sem atendimento.
Profissionais trabalham sem garantia de pagamento.
Famílias vivem a angústia de não saber se haverá médico, leito ou remédio.
Para vereadores de Vilhena, a situação é resultado direto de má gestão e descontrole financeiro.
“O governo deve e simplesmente não paga. Isso é calote. A saúde não pode esperar”, afirmou um parlamentar durante sessão na Câmara.
Estado quebrado, mas prioridades questionadas
A dívida em Vilhena se soma a outros atrasos registrados em diferentes regiões de Rondônia, reforçando a percepção de que o governo perdeu o controle das contas públicas.
O discurso oficial de equilíbrio fiscal cai por terra quando faltam recursos justamente para a área mais sensível: a saúde.
Enquanto isso, decisões políticas recentes, como perdões de dívidas bilionárias a grandes empresas, alimentam a revolta popular e levantam uma pergunta incômoda:
Se há dinheiro para beneficiar gigantes, por que não há para salvar vidas?
Risco de colapso
Gestores da área alertam que, sem pagamento imediato da dívida, serviços essenciais podem ser interrompidos a qualquer momento.
O colapso da saúde em Vilhena seria apenas mais um capítulo de uma crise que já se espalha pelo Estado.
Pressão aumenta
Vereadores, sindicatos e lideranças comunitárias prometem intensificar a cobrança por uma solução urgente.
A população quer resposta, quer prazo e, acima de tudo, quer atendimento.
Porque enquanto o governo não paga,
o povo sofre.
Fonte Site eletrônico Portal364
