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Porto Velho, RO - O cenário político em Rondônia viveu mais um capítulo de intensas articulações nos bastidores. Enquanto o governador Marcos Rocha enfrenta pressão interna para disputar o Senado, a primeira-dama Luana Rocha trabalha nos bastidores para lançar sua própria candidatura.
Paralelamente, a família Gonçalves tenta uma reaproximação com o governo em meio a uma emocionada troca de mensagens.
A movimentação política em Rondônia segue a todo vapor, mesmo antes do início oficial da campanha eleitoral. Nos bastidores, crescem as especulações sobre uma possível reviravolta na chapa governista, envolvendo desde o Palácio do Governo até nomes de peso da oposição.
O grande foco das articulações está no governador Marcos Rocha (PSD). De acordo com informações apuradas, a primeira-dama Luana Rocha estaria exercendo forte pressão para que o governador deixe o cargo e seja candidato ao Senado. O objetivo dela, nos bastidores, é viabilizar sua própria candidatura a deputada federal, com a expectativa de conquistar uma vaga com boa votação.
“Quem manda no governador é a primeira-dama. Ela quer que ele largue o governo e vá ao Senado para que ela possa ser candidata a deputada federal. Ela acredita que será eleita com certa facilidade”, destacou o jornalista Rubens Coutinho em seu Instagram.
Reaproximação da família Gonçalves
Além das movimentações internas no governo, um novo capítulo pode estar sendo escrito na relação entre o governador e a família Gonçalves, tradicional na política rondoniense. Sérgio Gonçalves é pré-candidato a deputado federal, mas a família tem buscado nos últimos dias uma reaproximação com Marcos Rocha.
Segundo os bastidores, o ex-chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves, teria enviado uma longa mensagem ao governador pedindo desculpas e admitindo ter sido induzido por pessoas que queriam criar inimizade entre os dois. O gesto, descrito como emocionado, reacendeu a possibilidade de uma aliança.
“Ele mandou um WhatsApp longo, chorando, se desculpando. Se eu não fosse um cara resistente a essas melodramas, eu choraria também”, contou o jornalista.
Possível novo desenho político
A articulação em curso prevê que os Gonçalves possam indicar um nome da ala mais velha da família para compor uma chapa ao Senado ao lado do governador. Nesse cenário, Marcos Rocha deixaria o governo até o dia 4 de abril, data final para a desincompatibilização de quem pretende concorrer a outro cargo.
Com a saída do governador, o vice-governador Traira (UNIAO BRASIL) poderia permanecer no cargo se filiando no PSD ou também deixar o governo para concorrer a deputado federal neste caso tambem pelo PSD. Caso o Vice Governador resolva deixar o cargo. Quem assumiria o Executivo estadual seria o atual presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia ou o presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (REPUBLICANOS), embora essa última hipótese seja considerada menos provável, já que Redano é pré-candidato à reeleição.
Cenário ainda indefinido
Além das articulações envolvendo o governador, o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, também é cotado para migrar para o Podemos ou ter o Vice indicado por Leo Moraes e continuar no PSD, outra configuraçao debatida nos bastidores que pode mudar todo o jogo na politica rondoniense. Já o senador Marcos Rogério (PL) segue como um dos nomes fortes da oposição no estado.
Enquanto isso, o irmão do governador, Sandro Rocha, segue firme como pré-candidato a deputado estadual, circulando pelo estado mesmo fora do período permitido para campanha.
“O Sandro Rocha não desistiu da candidatura. Tanto é que tá correndo esse estado todo, quando não tá no exterior viajando às custas do contribuinte, ele tá correndo esse estado todo praticamente em campanha eleitoral. É proibido, mas tá aí”, observou Coutinho.
Expectativa para abril
Com a data limite de 4 de abril se aproximando, os próximos dias serão decisivos para os rumos da política rondoniense. A expectativa nos bastidores é se o governador Marcos Rocha cederá à pressão da primeira-dama e se a reaproximação com os Gonçalves se confirmará oficialmente.
Até lá, o tabuleiro político segue em movimento, com negociações de última hora e alianças sendo costuradas nos bastidores — onde, como costuma acontecer em Rondônia, a temperatura segue elevada.
Fonte: Redaçao