🌍 Mundo: Crise humanitária na Venezuela

O norte da Venezuela foi atingido por dois terremotos quase simultâneos, de magnitudes 7,2 e 7,5, os mais intensos registrados no país desde 1900. O desastre causou danos graves à infraestrutura — incluindo o fechamento do Aeroporto Simón Bolívar — e deixou centenas de vítimas.
O governo decretou estado de emergência e suspendeu serviços básicos como trens e metrôs, além de aulas. Uma ajuda financeira internacional de US$ 200 milhões foi anunciada. Nicolás Maduro, através de mensagem enviada de dentro da prisão, pediu "união nacional" diante da tragédia.
Política: Conflito familiar nos Bolsonaro
Um vídeo de quase 30 minutos publicado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro expôs, pela primeira vez de forma pública, um racha familiar. Ela revelou não se falar com o senador Flávio Bolsonaro desde o final de 2025, devido a discordâncias sobre articulações políticas envolvendo o PL e Ciro Gomes.
Apesar de Flávio ter pedido desculpas publicamente em uma live, o episódio gera preocupação entre aliados políticos sobre o impacto da briga no eleitorado — especialmente mulheres e evangélicos — a poucos meses das eleições.
💼 Negócios: A era dos salários gigantes dos CEOs
A remuneração dos líderes das 500 maiores empresas de capital aberto nos EUA atingiu níveis recordes, com uma mediana de US$ 18 milhões anuais em 2025. O destaque é Elon Musk, cuja remuneração pela Tesla disparou e superou a de outros executivos por uma margem enorme. A tendência é o uso de pacotes de pagamento atrelados a metas de crescimento extremamente agressivas, conhecidos como moonshot pay packages.
💡 Tendência: O "Delivery" que não entrega
Uma nova tendência vinda da Coreia do Sul chama atenção: aplicativos como o FoodNeverComes permitem simular compras online — com direito a escolher pratos e preencher dados — sem que a comida jamais seja entregue. A iniciativa explora a "dopamina do clique": a satisfação psicológica ocorre no ato da compra e não no recebimento do produto. O modelo divide opiniões, sendo visto por alguns como uma ferramenta para controlar compulsões por compras e, por outros, como uma crítica ao consumo excessivo.
📉 Economia: Petróleo em queda
O preço do barril de petróleo caiu para menos de US$ 72, atingindo os menores valores desde o início do conflito entre EUA e Irã. A estabilização ocorre após um acordo de paz entre as nações, que permitiu a normalização do tráfego de navios no estreito de Ormuz.
Para o Brasil, o cenário é misto: enquanto a tendência é de alívio no preço dos combustíveis para o consumidor final, o governo monitora a queda nas receitas da Petrobras, cujas ações acumulam desvalorização de 11% no último mês.