MARCOS ROCHA NÃO SUPORTA PRESSÃO E DECAPITA CÚPULA DA SAÚDE; CEL. JEFERSON ESTÁ FORA!

MARCOS ROCHA NÃO SUPORTA PRESSÃO E DECAPITA CÚPULA DA SAÚDE; CEL. JEFERSON ESTÁ FORA!



PORTO
 VELHO, RO – O clima nos corredores do Palácio Rio Madeira não é de cafézinho, é de pólvora! Em uma canetada fulminante que pegou até os aliados de surpresa, o Governador Marcos Rocha decidiu exonerar o Secretário de Saúde, Coronel Jeferson.

O que se comenta nos bastidores é que a corda esticou até romper. A saúde pública de Rondônia, que já operava em estado de "coma induzido", parece ter sido o palco de uma fritura política sem precedentes.

O QUE HOUVE POR TRÁS DAS CORTINAS?

Fontes ligadas ao governo afirmam que o "clima de quartel" dentro da SESAU (Secretaria de Estado da Saúde) não estava mais agradando o alto escalão. Entre as possíveis causas para essa queda bombástica, destacam-se:

 ■ Filas da Vergonha: O clamor popular por cirurgias eletivas e a falta de insumos básicos teriam virado uma bomba relógio no colo do governador.

 ■ Fogo Amigo: Rumores indicam que Jeferson estaria sofrendo resistência interna de deputados da base aliada, que exigiam uma gestão mais "política" e menos "militarizada".

 ■ A "Faxina" de Rocha: Com as eleições no horizonte (ou a necessidade de limpar a imagem da gestão), Rocha teria decidido entregar a cabeça do coronel para acalmar os ânimos da Assembleia Legislativa.

SILÊNCIO ENSURDECEDOR

Até o momento, o agora ex-secretário não se pronunciou sobre sua saída. No Diário Oficial, a justificativa é a de sempre: "exoneração a pedido" ou "ajustes administrativos". Mas o povo rondoniense sabe que, na política, ninguém larga o osso por vontade própria quando o tacho está fervendo.

 ■ "É o fim de uma era de ferro na saúde. Resta saber se quem assume vem para curar a ferida ou apenas para colocar um curativo sujo", afirmou um parlamentar de oposição que preferiu o anonimato.

Quem será o próximo a cair nessa dança das cadeiras frenética? O Palácio Rio Madeira agora é um tabuleiro de xadrez onde ninguém está seguro!

Os pontos críticos que tornaram a permanência insustentável do secretário coronel Jeferson foram: 

​1. Crise Estrutural no João Paulo II e Heuro

​A situação do Hospital João Paulo II foi um dos principais motivos. Relatórios técnicos do CREA-RO e inspeções do Ministério Público apontaram riscos iminentes de desabamento e curto-circuito devido a reformas mal conduzidas com pacientes nos corredores. Além disso, o atraso crônico na entrega do novo Heuro e a ruptura de contratos com empresas responsáveis pela obra minaram a confiança na gestão.

​2. Investigações e Operações Policiais

​A pasta foi alvo de operações pesadas, como a Operação Máscara de Janos (cuja 2ª fase ocorreu em janeiro de 2026), que investigou fraudes em licitações e corrupção. A exoneração da chamada "Cúpula da Sesau" e de figuras próximas, como a secretária executiva (conhecida como "Dama de Ferro"), já sinalizava o isolamento do secretário antes de sua saída definitiva.

​3. Tentativa Desastrosa de Terceirização

​O secretário enfrentou forte resistência de sindicatos e órgãos de controle ao tentar entregar a gestão dos principais hospitais de Porto Velho a uma empresa privada de Goiás (Mediall Brasil). O processo foi considerado obscuro, sem debate público e orçado em quase R$ 600 milhões, forçando o governador Marcos Rocha a recuar da decisão após o desgaste político.

​4. Relatório do Tribunal de Contas (TCE-RO)

​Auditorias recentes do TCE-RO colocaram em xeque a eficiência financeira da Sesau. O órgão apontou que, enquanto havia dinheiro em caixa, a população sofria com a falta de insumos básicos, reagentes de laboratório e medicamentos nas unidades do interior, como em Guajará-Mirim e no Cone Sul.

​5. Desgaste na Assembleia Legislativa (ALE-RO)

​O secretário foi convocado diversas vezes pelos deputados estaduais para explicar o "apagão" na saúde. Críticos como o deputado Delegado Camargo e a deputada Dra. Taíssa lideraram a pressão, apontando que o governo planejava reduzir o orçamento da saúde para 2026, mesmo diante do colapso do sistema.

​Novo Comando

​O governador Marcos Rocha já nomeou um médico de Cacoal para assumir a pasta, buscando um perfil técnico e regionalizado para tentar estancar a crise e retomar o diálogo com os municípios do interior.

Fonte Redação Portal 364

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